Higienópolis · São Paulo
Medicina centrada na experiência subjetiva de quem vive o sofrimento — não apenas na descrição clínica dos seus sintomas.
Sobre
Minha trajetória começou fora da medicina. Antes de entrar para a área clínica, trabalhei com comunicação e marketing — o que me ensinou a escutar de formas que a formação médica tradicional raramente ensina.
Hoje, combino esse olhar com especializações em Psiquiatria e em Saúde Mental Fenomenológica: uma abordagem que trata a experiência vivida pelo paciente como o ponto de partida — não como ruído a ser filtrado.
Meu interesse por cultura — séries, quadrinhos, literatura, jogos — não é separado do meu trabalho clínico. É nesse território compartilhado que muitas conversas importantes acontecem.
Abordagem
A fenomenologia parte do princípio de que o sofrimento precisa ser compreendido antes de ser classificado. O que você sente, como você vive isso, o que isso muda em você — esses são os dados que importam.
Cada pessoa chega com uma trajetória. Entender o contexto — relações, trabalho, corpo, tempo — é parte do diagnóstico, não um detalhe secundário a ser preenchido depois.
Não existe um jeito certo de falar sobre o que você está passando. Falar através de um personagem, de uma música, de uma cena de série — é tão válido quanto qualquer outra forma. Estou acostumado a ouvir nesses registros.
A Consulta
A primeira consulta é um espaço para você se apresentar — não para ser avaliado. Não existe roteiro obrigatório, nem lista de sintomas a preencher. O ponto de partida é o que você traz.
O acompanhamento pode ser pontual ou contínuo, dependendo do que faz sentido para o seu momento. Medicação, quando indicada, é discutida como parte de uma conversa — não entregue como resposta final.